Evolucionistas, expliquem-me este pássaro... e vejam o que estão perdendo!!!


  Ano passado fiz parte de uma viagem missionária à capital da Etiópia, Adis Abeba, quando tive a felicidade de tirar a foto deste pássaro. Não sei como o chamam lá, muito menos o nome científico dessa espécie. Mas o que me chamou a atenção e me impulsionou a tirar essa fotografia foi a pinta vermelha em seu rosto. 
  Se há algum evolucionista lendo este texto, gostaria, por favor, que me dissesse como a teoria da evolução explica essa pinta vermelha. Expliquem-me a estética desse pássaro - a beleza e o prazer que ela nos proporciona. 
  A discussão entre criacionismo-evolucionismo é prolongada e pode-se tornar, muitas vezes, cansativa. A Palavra afirma que “Criou Deus os animais, cada um segundo a sua espécie”. A teoria da evolução diz que os animais evoluíram de uma célula primitiva que foi se aperfeiçoando para ser tornar mais apta à sobrevivência por um processo de seleção natural. No fundo, tudo não passa de um debate sobre a inerrância das escrituras. (Quem quiser se aprofundar sobre o tema, sugiro este vídeo sobre a origem da vida, de Adauto Lourenço: http://vimeo.com/24044315). 
  Por enquanto, prefiro voltar ao passarinho da Etiópia e sua pinta vermelha, e fazer só uma pergunta: qual a função desse belo detalhe? Geralmente, a cor vermelha aparece em animais que querem chamar a atenção para sua natureza peçonhenta – “não se aproximem, eu tenho veneno”.  Eu acho que não é esse o caso da mancha de nosso amiguinho etíope da foto. 
  Mas, afinal, por que este animalzinho tem um desenho tão rico e detalhado em suas cores? Vou explicar. 
  Houve um cara que viajou para um país distante, foi exposto a hábitos alimentares totalmente diferentes do seu, a uma água com bactérias que seu organismo não estava acostumado, e acabou ficando doente. Por dois dias não pode sair da casa em que estava hospedado. Ele melhorou, alimentou-se, ficou mais forte e foi de novo para seu trabalho. E quando ele saiu para o quintal, deparou-se com essa pequena ave da foto, e ficou impressionado com o perfeito passarinho azul com uma pinta vermelha no rosto. E esse cara que veio do outro lado do mundo regozijou-se na beleza que estava exposta bem a sua frente. E a ave, como uma vaidosa exibicionista, percebendo que estava sendo observada, não voou, mas deixou que fosse gravada a sua imagem. 
  Sobre o vermelho no rosto desse passarinho os evolucionistas vão escrever livros e livros e nunca vão conseguir explicar, pois a sua única função é a nossa alegria e adimiração - “for our own amusement”. Esse toque de poesia só pode ser explicado pela criação de um Artista criativo que nos ama tanto  que criou cada animal segundo a sua espécie para o seu louvor e para o nosso gozo.
  Os evolucionistas não podem se regozijar na obra de arte de um Deus que tem prazer em nosso bem-estar, porque pensam que tudo é fruto de transformações aleatórias. Nunca vão se deliciar na poesia do Criador, pois enxergam a vida como um protocolo burocrático de sobrevivência. 
  Desculpem-me o sarcasmo, mas essa pinta vermelha é realmente muito útil. Sim, ela é útil - e sua utilidade é  encher-nos de gozo e alegria com um Deus que se revela em cada detalhe artístico de sua criação. 
  Evolucionistas, expliquem-me este pássaro... e vejam o que estão perdendo. 

Nunc Demittis III - Para você, quem é Jesus?



“Quem vocês dizem que eu sou?”, perguntou o Senhor aos discípulos. Ao qual Pedro prontamente respondeu: “O Cristo de Deus”.
 E para você, caro leitor, quem é Jesus? A sua resposta a essa pergunta manifesta os pensamentos de seu coração, sua comunhão com o Pai, e, acima de tudo, o caminho que você está seguindo rumo à eternidade.
No último texto, falei um pouco sobre o cântico de Simeão, o Nunc Demittis. O qual é finalizado apontando que Jesus seria "posto para queda e levantamento de muitos em Israel e para ser alvo de contradição, a fim de que se manifestassem os pensamentos dos corações". A contradição que provocaria a queda seria esta: muitos [religiosos] declaravam-se conhecedores de Deus, mas não foram capazes de enxergar a Jesus como o Messias prometido.
De maneira objetiva, não importa o que teus lábios declaram, se você não reconhece a Jesus como o Cristo de Deus, ele será a tua queda. No entanto, serás levantado se, no momento que olhas para Cristo, em teu coração está a certeza de teres encontrado a salvação.
Jesus falou de si mesmo como sendo o filho unigênito, entregue por Deus, para “que todo aquele nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Disse, ainda: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”.
Por essas afirmações de Cristo a respeito de si mesmo, a pregação do Evangelho encontra muita resistência. Em nossa sociedade pós-moderna, ela é rotulada como exclusivista, desagregadora e intolerante. Como os Cristãos podem dizer que só Jesus é a verdade? Isso separa as pessoas que não tem a mesma opinião religisoa. Dizer que há uma verdade e um só caminho que leva o homem a Deus é uma forma de intolerância com outras religiões. O pós-modernismo e seu relativismo criaram enormes barreiras para a mensagem da Cruz. Porém, não temos escolha. Se Jesus é aquilo que ele afirma ser e demonstrou ser, feriremos nossa consciência se não nos levantarmos e gritarmos: “Hey, olhem para Jesus! A [única] verdade existe!”.
Não adianta crer que ele é um caminho, uma verdade, ou um tipo de vida. Jesus Cristo não pode ser apenas um bom homem que viveu e morreu. Ele não pode ser apenas um bom mestre, um profeta, ou um espírito elevado. Não! Não! Não! Ou ele é Deus, ou ele é um louco desvairado! Ele mesmo disse: “eu e o Pai somos um”,  “eu sou a verdade”. Se ele não é Deus, ele perde a credibilidade de tudo o mais que ele falou, porque ele afirmou ser Deus. Jesus é Deus.
E, ainda, muito importante, Ele é Senhor. As escrituras nos dizem que “todo o joelho se dobrará e toda a língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor”. Veja, mais uma vez, ele é o Senhor; de novo, não “um senhor”. Ele não divide seu senhorio com nada ou ninguém.
Jesus é o Verbo que se fez carne.  O verbo estava com Deus desde o princípio, e o verbo era Deus. O Criador se manifestou em Cristo; não em Buda, Brahma, Iemanjá, ou qualquer outra deidade. Jesus é Deus. 
Jesus é o nome sobre todo o nome. Dele, por Ele e para Ele foram feitas todas as coisas.
Para você, quem é Jesus? A sua resposta irá manifestar os pensamentos de seu coração. Você crê que Ele ó Cristo, o Messias prometido? Você crê que Jesus é o único caminho, a verdade e vida? Você crê que não há outro nome além do nome de Jesus? Você crê que Deus o ressuscitou dentre os mortos?
 A sociedade pós-moderna sempre dirá que esta é uma pregação radical. E ela está certa. Essa pregação é extremamente radical - vai na raiz de nossos corações, ao ponto de definir a nossa eternidade. Paulo falou aos Romanos (10:9):  “Se com tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou entre os mortos, serás salvo”. É isso.

Nunc Demittis II

No último post falei sobre o Cântico de Simeão (Nunc Demittis - Agora, Senhor), o qual dentre outras coisas, afirma ser Jesus a Salvação, e que Ele foi posto como alvo de contradição. A reação à pessoa de Jesus manifesta os verdadeiros pensamentos do coração do homem, contrariando, muitas vezes a moral que ele vive ou as confissões de seus lábios.

Falando sobre missões, Paul Washer complementa bem a idéia acima:

Nunc Demittis

Esse é o nome pelo qual é frequentemente chamado o cântico de Simeão, devido às palavras em latim com que ele começa: “Agora, Senhor...”.[i] Lucas nos diz que esse era um homem justo e piedoso, que esperava a consolação de Israel, e que o Espírito Santo estava sobre ele.[ii] Vamos ler o cântico em sua integra, conforme Lucas 2:29-35:

Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, segundo a tua palavra; pois os meus olhos já viram a tua salvação, a qual tu preparaste ante a face de todos os povos; luz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo Israel. Enquanto isso, seu pai e sua mãe se admiravam das coisas que deles se diziam. E Simeão os abençoou, e disse a Maria, mãe do menino: Eis que este é posto para queda e para levantamento de muitos em Israel, e para ser alvo de contradição, sim, (e uma espada traspassará a tua própria alma), para que se manifestem os pensamentos de muitos corações.

Lucas nos diz que o Espírito Santo revelara a Simeão que este não passaria pela morte antes de ver o Cristo do Senhor. Também foi ele foi movido ao Templo pelo mesmo Espírito.[iii] Não resta dúvidas que este era um homem que andava com Deus. Isso é visto na intensidade em que almejava a vinda do Messias, bem como na maneira direta que o Espírito lhe direcionava.

O Nunc Demittis, além de demonstrar a intimidade de Simeão com Deus, é uma grande exposição do poder de salvação, revelação e manifestação de pensamentos dos corações centradas na pessoa de Cristo, bem como da glória concedida ao povo de Israel.

Vamos tratar desses quatro tópicos em destaque.

Ao chegar ao templo e ver José e Maria com a criança, Simeão a tomou nos braços e louvou. Os seus olhos haviam visto a SALVAÇÃO, preparada para todos os povos. A salvação sobre a qual ele exulta é o próprio menino que segurava em seus braços, Jesus Cristo. Esse então infante, mais tarde, falou sobre si mesmo: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”[iv]. Não há salvação fora de Cristo, e Simeão conhecia esta verdade.

Jesus Cristo é também a LUZ PARA REVELAÇÃO AOS GENTIOS. Veja o que diz o comentário da Bíblia de Barnes:

Nos profetas, os gentios são representados sentados na escuridão, isto é, em ignorância e pecado. Cristo é luz para eles, pois por Ele, eles conhecerão o caráter do verdadeiro Deus, sua lei, e seu plano de redenção. Assim como a escuridão se dissipa quando o sol se ergue, o erro e a ignorância vão embora quando Jesus traz luz à mente. Nações virão para a sua luz, e reis para o brilho que nasceu, Isaías 60:3. [v]

Sem luz, o sentido da visão é inútil, não sabemos o que está ao nosso redor. Quando completa o seu ministério na cruz, Jesus mostra que o homem é incapaz de se reaproximar de Deus por esforço próprio e nos traz luz sobre o que ele significou quando disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”.

Em Jesus está revelada também a GLÓRIA DE ISRAEL.

Eu sou brasileiro. Tenho orgulho da Amazônia, maior floresta tropical do mundo, e das Cataratas do Iguaçu, maiores quedas da água da Terra. Uma das novas sete maravilhas do mundo, o Cristo Redentor, está no Rio de Janeiro, considerada uma das cidades mais belas do planeta. Gosto de ter, no meu próprio país, outras belezas naturais, como, por exemplo, o nosso lindo e extenso litoral. Glorio-me em ter a seleção de futebol mais vezes campeã mundial, e ter como compatriota Pelé, o melhor futebolista de toda a história.

Agora, imagine o júbilo do Judeu que crê em Cristo. Veja que grande glória: Jesus é Judeu! A salvação da humanidade, o próprio Deus encarnado, é compatriota dos Israelitas. Se eu fosse Judeu messiânico, eu iria me referir a isso com muita alegria o tempo todo: “O Criador se fez carne como um dos meus... O salvador de todos os homens é meu compatriota”. Maravilhoso demais!!! Mesmo não sendo Judeu, me alegro pela bem-aventurança desse povo[vi].

Por último, Nunc Demittis fala de Jesus como alvo de contradição, PARA QUE SE MANIFESTEM O PENSAMENTO DOS CORAÇÕES. Veja que interessante. O autor da carta aos Hebreus no diz que “a palavra de Deus é viva e eficaz, mais cortante que espada de dois gumes... apta para discernir os pensamentos e intenções do coração[vii]. Por sua vez, o Evangelho de João nos diz que Jesus é “a palavra que se fez carne e habitou entre nós”. Logo, Jesus é a Palavra viva e eficaz que discerne e manifesta o que realmente está em nosso íntimo.

Não se está falando dos pensamentos da mente, que podem até mesmo se expressar de maneira a esconder nossas intenções. Mas a Palavra, leia-se Jesus, manifesta o que está no mais profundo daquilo que somos, do que nos desperta sentimentos, desejos, e dirige nossas intenções: os pensamentos do coração.

Jesus é sempre alvo de contradição. Pregar a Cristo nunca é algo pacífico. Ninguém consegue ficar indiferente a esta pregação: ou as pessoas se sentem ofendidas, ou são tomadas por um estado de júbilo. Através dela, você desperta oposição ou amor e obediência. No entanto, Jesus é categórico: “Bem-aventurado é aquele que em mim não se escandalizar”[viii].

Somente a Palavra encarnada é capaz de revelar o que está no âmago de nosso ser. E o que está no âmago de nosso ser? Simplesmente aquilo que há de mais importante e poderoso para dirigir as nossas vidas. E nisso está o alvo de contradição: Independente daquilo que falamos ou construímos em nossos raciocínios a respeito de Deus, aquilo que pensamos de Cristo é o que manifesta as intenções de nossos corações em relação ao Criador. Os religiosos auto proclamam-se conhecedores de Deus, mas foram estes (fariseus, escribas e mestres da lei) que negaram, perseguiram e mataram a Cristo, pois nunca acreditaram ser Ele o Messias, o filho de Deus, o Criador encarnado.

Paul Washer, em uma de suas pregações[ix], afirma que aquilo que nós pensamos e sentimos em relação a Cristo é definidor de nossa eternindade: “A grande questão no dia em que estiveres face a face com o Criador será: `O que você pensa de Cristo? O que você fez com ele?... e naquele dia você saberá o que é verdadeiramente real... alguns de vocês se regozijarão, mas outros irão perceber que viveram para a coisa errada”.

“Quem as multidões dizem que eu sou?”, perguntou o Senhor aos seus discípulos. Ao qual eles responderam: “João Batista. Outros dizem, Elias, e outros, que um dos profetas antigos que ressurgiu”. Jesus não estava muito interessado em saber o que a sociedade pensava dele, mas essa primeira pergunta não passava de um meio de fazer os doze pensarem melhor sobre como essa questão pode ser definidora de suas identidades. Em seguida, então, ele perguntou: “E vocês? Quem vocês dizem que eu sou?”. E Pedro exclamou: “O Cristo de Deus!”.

Enfim, quem é Jesus? A minha resposta para esta pergunta é o que irá manifestar os pensamentos de meu coração e definir quem eu realmente sou perante Deus.

Para mim e para você, não importa o que a multidão pensa. Não importa nem mesmo o que Pedro pensa, pois essa é uma resposta pessoal e intransferível. A mais da verdade, nem mesmo o que a sua boca expressa irá importar, se suas palavras não são fiéis ao que está em teu coração, “porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo[x]”. São os pensamentos do teu coração acerca de Cristo que definirão quem você é. A Palavra encarnada será sempre alvo de contradição se não houver em tuas palavras fidelidade ao que pensa o teu coração.

Lembremos que o estado natural do coração humano é odiar a Deus, pois todos pecaram, e se fizeram inimigos de Deus. Por isso, Paulo no afirma que “ninguém pode dizer Jesus é Senhor, a não ser pelo Espírito Santo[xi]. Nisso está a beleza do Evangelho, que consiste naquilo que Deus fez por nós, e não naquilo que fizemos, fazemos ou deixamos de fazer. Apesar de sermos naturalmente endurecidos contra Deus, é Ele mesmo que tem o poder de quebrar a nossa dureza e nos dar um novo coração de carne, macio e receptivo à sua palavra[xii]. O Espírito aponta para Cristo e faz uma obra regeneradora em nossas vidas. Dele dependemos para termos revelação plena da pessoa de Cristo.

Nunc Demittis, agora Senhor, levanta-nos ao manifestar o pensamento de nossos corações. Faça-os totalmente favoráveis à pessoa de teu filho Jesus.



[i] Bíblia de Genebra.

[ii] Lucas 2:25.

[iii] Lucas 2:26 e 27

[iv] João 3:16

[v] The Gentiles are represented as sitting in darkness that is, in ignorance and sin. Christ is a "light" to them, as by him they will be made acquainted with the character of the true God, his law, and the plan of redemption. As the darkness rolls away when the sun arises, so ignorance and error flee away when Jesus gives light to the mind. Nations shall come to his light, and kings to the brightness of his rising, Isaiah 60:3.

[vi] Olhar para Israel com carinho é obrigação de todo Cristão, e aqueles que não o fazem estão demonstrando um coração endurecido à própria pessoa de Cristo.

[vii] Hebreus 4:12

[viii] Lucas 7:23 – Na tradução em Inglês se usa ofender ao invés de escandalizar: "Blessed is the one who is not offended by me". Jesus, the Christ (Luke 7:23). English Standard Version

[x] Romanos 10:9

[xi] I Coríntios 12:3

[xii] Ezequiel 11:19

Isaías 63:1 - Poderoso para salvar.

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Pelas palavras “para salvar”, nós entendemos o todo da grande obra de Deus para salvar, desde o primeiro desejo santo até a completa santificação. As palavras são multum in parro (muito em pouco): de fato, aqui está toda a misericórdia em uma palavra. Cristo não é somente “poderoso para salvar” aqueles que se arrependem, mas é capaz de fazer homens se arrependerem. Ele irá levar aqueles que acreditam para o céu; mas ele é, acima de tudo poderoso para dar aos homens um novo coração e trabalhar neles a fé. Ele é poderoso para fazer o homem que odeia a santidade amá-la, e constranger o que despreza o seu nome a se prostrar de joelhos perante ele.

Não, esse não é todo o significado, pois o poder divino é igualmente visto no pós-obra. A vida de um crente é uma série de milagres forjados pelo “poderoso Deus”. A sarça queima, mas não é consumida. Ele é poderoso para manter seu santo povo depois de tê-los tornado santos, e para preservá-los em seu temor e amor até consumar sua existência espiritual nos céus.

O poder de Deus não está em fazer que alguém creia e então deixá-lo mover-se por si só; mas ele que começa a boa obra, a leva até o fim; ele que cria o primeiro germe de vida na alma morta, prolonga a existência divina, e a fortalece até rebentar toda a prisão do pecado - e a alma salta desta terra, aperfeiçoada em glória.

Crente, aqui está encorajamento. Você está orando por alguém querido? Oh, não desista de tuas orações, pois Cristo é poderoso para salvar. Você não tem poder para recuperar o rebelde, mas o teu Senhor é Todo-Poderoso. Segure-se nesse braço forte, e levante-se para ir avante nesta força. O teu caso te causa angústia? Não temas, pois a força de Deus te é suficiente .

Seja para começar em outros, ou para continuar a obra em ti, Jesus é “poderoso para salvar”; a maior prova dessa afirmação está no fato de que ele te salvou.

Mil misericórdias que você não o encontrou poderoso para destruir.

[Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus". Filipenses 1:6]

Extraído do Devocional Morning and Evening, de Charles H. Spurgeon].